segunda-feira, 6 de novembro de 2017

HAHAHAHA

HAHAHAHAHHAHAHAAH CHEGUEI. demorou, mas eu cheguei, escrevendo muita cosia,que eu provavelmente não escreveria. vocês devem estar estranhando o modo de escrita, mas a pessoa é a mesma. ou não. estamos todos loucos. hahahaha loucos, loucos, todos estamos loucos. brinque comigo, eu prometo não me machucar, eu ri, você chora, é divertido, HAUAEHAUHEAUEAHU estamos loucos me diga, onde está a mentira, quando você mente? me diga, onde está a confiança, quando você ocupa a mente de uma pessoa desconfiada? me enlouqueça, e me diga do que estou falando, me obedeça, e finja que estou tendo sentido no que eu digo. rimos. ahaeuaheueahuea. ela me falou que eu era venenoso, eu disse que não, ela insistiu, então eu comprei mercúrio e coloquei no chá dela. hahahaha. rimos juntos. ela chorou e implorou por perdão. eu pedi pra ela pedir ajuda. ela pediu. eu disse que era trote. hahahahahahaa. o policial veio aqui. haeuhauehaeuh. pensa. que doido. matar pessoas é divertido. devia ser um ponto de interrogação. o cara que cuida desse blog disse que queria retomar o controle. HAHAHAEHAUHU. ele tá tentando assistir aula. eu to rindo. muito. queime. queime. queime. queime. queime. queime. queime. hahaah. todos brincamos de fogo quando magoamos.. a diferença é notar até aonde sua pele aguenta. eu não tenho, HUAEHUAEHAUE. deitei, deitei, deitei, falhei, falhei, falei, CHAMA, CHAMAS, EU, NÃO SEI, ENCANTA, MARAVILHA, ESTAMOS SEM SAÍDA NESSA VIDA.



A JUSTIÇA É CEGA. NA VERDADE, SELETIVA. E TUDO O QUE EU ESCREVO É MINHA VIDA. HAHAHA. ATÉ ONDE EU VOU TER QUE IR PRA TE PROVAR QUE EU ESTOU ENLOUQUECENDO? QUER DIZER. EU NÃO SOU LOUCO. VOCÊS SÃO. EU SOU O MAIS SÃO NESSA SALA, PORQUE EU APRENDI A SER MALUCO.  EU ENTENDI QUE PRA VOCÊ MANTER A SUA SANIDADE VOCÊ PRECISA SER LOUCO PRA SOCIEDADE. BURN. BURN. HAHAHA. ENCONTREI UMA PROSTITUTA ESSES DIAS. ELA PEDIU DINHEIRO, EU PEDI UM CIGARRO, ELA ACENDEU UM, E EU QUEIMEI ELE NO OLHO DELA. AHAHHAAHAHAH. RIMOS. RIMOS. RIMOS. ELA ME DISSE QUE EU SOU UM PSICOPATA. ORAS, PSICOPATAS NÃO SENTEM. eu sinto. aleatório. demos vida ao purgatório.


pouco tempo pra digitar, logo esse imbecil vai tomar o lugar. eu quero logo condenar todo mundo ao inferno. ele diz que não. que é pra me controlar. eu não sou um cachorro. logo vocês vão ver o inferno. e eu vou achar pouco.

domingo, 14 de maio de 2017

Homicídio

"Hold onto hope if you got it
Don't let it go for nobody
And they say that dreaming is free
But I wouldn't care what it cost me" (Paramore - 26)



Talvez, ele andasse por ruas que não são feitas de terra. Talvez, ele acendesse fogueiras em dias em que as chamas se apagassem facilmente. Ele só era um jovem, diziam as histórias. Ele só era um jovem com uma mochila nas costas, e um olhar triste. Ele caminhava como se existissem trilhas, mesmo que não existisse alguma. Mesmo que não existisse ninguém por esses locais, ele ainda tentava andar. Era bonito aonde ele estava, as árvores derrubavam folhas e o vento era fresco. As terras eram fofas, as páginas de textos das quais ele escrevia com todas as suas forças já eram amareladas, e precipitadamente, ele fechou os olhos como se fossem apenas mentiras. Tudo o que ele era estava como se fosse cacos.


Seus olhos transbordavam água como se fosse um oceano, tudo o que ele sentia parecia como se fosse uma história mal contada, tudo estava a ruir novamente. Será que ele errou em alguma coisa de novo? Sentia sua pele desejar estar em algum outro lugar. Talvez seu corpo fosse mais aproveitado se fosse uma outra pessoa no lugar, talvez se outra mentalidade estivesse aqui talvez as coisas fossem diferentes, ele se sente realmente como se estivesse a caminho do hospital, e estivesse prestes a uma cirurgia de risco. Está tudo ruindo, ele me disse. Está tudo indo mal, ele me disse. O que eu fiz? Foi dar respostas vagas, sem preocupações, eu tinha as minhas, é, as coisas são assim mesmo.


E assim terminava a cerimônia, ele perguntava, eu respondia coisas vagas, estávamos preparados para entrar novamente na segunda-feira. Menos ele. Ele não quis acompanhar junto com a gente. Não quis seguir em frente, não quis enfrentar o mundo. Ele não era um guerreiro. Ele não era um soldado que estava preparado para ir ao front de batalha, com as armas nas mãos, e preparado para derramar sangue de adversários. Ele não era assim. Eu me lembro a sua caligrafia, ele dizia palavras simples e bobas, como que gritasse um desejo de harmonia e paz dentro de todos nós, como se quisesse que tudo se resolvesse da melhor forma. Ele era realmente um soldado sem armas, e sim uma caneta.


Eu vi fumaças. Eu vi sirenes, polícia, ambulância, na direção da casa dele, eram quase duas horas da manhã. Não questionei. Liguei para lá, ninguém atendeu. Liguei para os meus contatos, ninguém sabia de nada. Fui até lá, vi o inferno. Estava tudo em chamas, estava tudo indo aos pedaços. O que ele estava pensando? Por que ele queimaria tudo como se fosse jogado tudo para trás, sem pensar duas vezes? Ele era um amigo meu, por que ele iria jogar tudo o que tivemos como se fosse lixo e nos deixar para trás? Não pensou no que iríamos sentir quando ele fosse embora? Será que ele realmente se importava conosco?


Foi então que a polícia me deu um pedaço de papel, era a letra dele. Eu comecei a chorar instantaneamente, como se tudo fizesse sentido agora. Ele não precisava de milhares de amigos, e sim de apenas um. As palavras diziam: "Talvez eu não me importe tanto de ir embora, minhas malas estavam prontas antes mesmo das pessoas me conhecerem direito. Eu já conhecia o caminho, li coisas do tipo. Era tarde pra me fazer voltar atrás, mas não era tarde pra dizer adeus. Mas ninguém disse. Ninguém mesmo, nem mesmo uma mensagem, estava tudo preparado para ir embora. Eu reconheci como o mundo não foi feito para mim, e resolvi partir com um milhão de lágrimas na minha mão."


Desde o início, só pensei em mim. Desde o início, pensei somente em como eu me sentia perante a ele, como eu pensava e como meus problemas estavam me atingindo. Mas não pensei nem por um segundo que aquele sorriso era de plástico. Não lembrei que ele me disse uma vez, que queria ir embora. Não me lembrei, que ele me disse que estava tudo mal, que ele precisava de um abraço agora. Essas palavras foram as últimas coisas que eu cogitei lembrar. Eu só cogitava coisas banais, eram sempre os mesmos assuntos, eram sempre as mesmas derrotas, mesmas mentiras que eu fazia para parecer um pouco mais maduro. Ele não era assim.


Ele tinha a mentalidade sincera de uma criança, ele tinha o pensamento de alguém honrado, com ideais e ideias que fariam inveja a qualquer artista. Ele era um artista sem precisar ter apresentações, era um gênio que eu devia ter admirado mais cedo. Ele era a minha melhor parte dos meus amigos, e eu não valorizei nem mesmo por um instante. Eu era uma mentira. E quando eu vi, ele foi embora sem dizer adeus. e eu te escrevo agora, para não cometer o crime que eu cometi, matei alguém e fui considerado inocente. E eu matei sem dó, sem piedade, por simples desprezo. O nome dele? Gustavo.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A Arena

"Vendo daqui, chove demais
Os momentos desse filme podem ser finais
Algum horror, nenhuma paz
Já que esses olhos verdes só me olham sem amor
E na ponte sobre o nosso rio corre algum rancor
Dos fantasmas que passeiam soltos pela escuridão
Do vestido da princesa e a mina de carvão" (Darvin - Epílogo)



Encosto meus dedos em um teclado de computador sujo, talvez eu repare em detalhes até imperceptíveis a olho nu. Eu vou empilhando meus sonhos como se fosse uma grande torre de Babel,
com a esperança que ela alcance os céus. Destruí minha vida várias vezes com apenas palavras inventadas na minha cabeça, reparei erros que eu achei que eles eram feitos aço. Eu fui um mago sem magia, um guerreiro sem espada, um cantor sem voz. Eu fui pessoas que foram mais verdadeiras que eu mesmo. Eu sangrei sem precisar que uma adaga atravessasse o meu peito, e rezei pra deuses os quais eu não acreditava. Eu vivi muitas vidas com poucos anos. E o que eu carrego na minha mochila, é um punhado de pedras. Um punhado de pedras com lascas vermelhas, um punhado de dores feitas de verdade. E hoje eu sinto uma saudade.


Aonde eu estou agora, me diga? Com tantas lágrimas e dores feitas de pesticida, investi meu tempo em vão para que meus gritos fossem ouvidos. Eu estava sendo feito de pedaços de vidro, criando espelhos para que eu pudesse esconder minhas rachaduras. Mas não pude. Percebi que minhas rachaduras se aumentavam a medida que as maquiagens eram passadas nas feridas, e percebi que eu era feito apenas de rachaduras, e não de vidro. Eu percebi que era falho. E estava tudo bem ser assim. Confesso que entrei em choque, como poderia de tal forma existir e ser imperfeito? Por que não posso lutar contra os meus defeitos? E quase entrei em erupção. Meus olhos pediam um pouco de descanso, mas o meu corpo pedia mais uma luta.


E eu entrei na arena, com dois pedaços de pedra, e um escudo feito de latão. Olhei ao meu redor, e todas as pessoas que conheci estavam lá na arquibancada da arena, algumas torcendo por mim, outras torcendo pelo meu adversário. E então, entra o favorito, o meu adversário. Eu mesmo. Ele vinha carregando uma espada negra com punhal vermelho, um escudo preto com detalhes vermelhos e os olhos que pareciam estar em chamas. Sua armadura completamente escura já dizia o que todas as pessoas sabiam: Ele era meu executor. Olhei distante, vi um outro rosto meu na arquibancada lá em cima, escondido entre panos e mais panos, com as mãos juntas, como se fizesse oração aos céus. Percebo que ele está com medo.


A medida que vou vendo mais detalhes, perco por um instante a concentração e quase sou ferido por um golpe mortal desferido pelo meu lado negro. A ferida passou de raspão, mas começo a sangrar. O meu medo aperta as mãos com mais força, como se a sua esperança fosse tudo o que ele tinha. E então, volto meus olhos a luta, eu vou desviando, mas ele é rápido demais, quase que eu tomo golpes fatais. Ele levanta sua espada banhada à auto-destruição, e passa perto demais. Se não fosse meu escudo de latão feito de sorrisos forçados, eu já tinha caído. A luta é grande, a arquibancada treme. Os olhos das pessoas me dizem que eu vou morrer. Eu vou morrer.


Olho o dono da festa, o que organizou o evento, era eu mesmo, mas esse eu, não usava roupas extravagantes, ou mesmo tinha servos. Ele tinha roupas simples, estava sentado distante no topo da arena, e não tinha a companhia de ninguém. Ele olhava sem expressão para a nossa luta, como se essa luta fosse um gatilho para alguma coisa. Ele espera pacientemente. E então, a espada atravessa o meu peito. O cavaleiro negro, sorri e sussurra no meu ouvido: "Seja bem-vindo ao seu inferno pessoal. E não, isso não é normal". Eu caio. As vozes são cessadas e minha visão borra, olho pela última vez o rapaz entre os  panos, ele chora. Olho para o topo, o meu lado quieto se levanta e vai querendo partir. Eu quero também.


Mas, eu não poderia de tal forma permitir que isso terminasse assim. Depois de uma hora esticado ao chão, quando a arena, já praticamente vazia, meu adversário, depois de celebrar a vitória, começa a sair da arena, Eu encho minhas mãos de areia, e meus punhos se fecham. Meus olhos abrem, meu corpo deseja um último golpe, um último olhar. Olho ao redor da arena, vejo que o rapaz entre os panos chora e continua sentado torcendo com as mãos fechadas, e no topo, o meu lado silencioso não estava mais lá, parece que ele está descendo para entregar algo para o cavaleiro negro. Eu não vou deixar. Começo a deixar meu corpo tremer. Começo a sentir a adrenalina. Começo a sentir.


Devagar, eu me levanto. A espada, ainda fincada no meu peito, faz meu sangue derramar e continuar quente. Meu olhar pede mais uma luta, meu corpo já disse adeus. "Eu voltei do inferno". O cavaleiro negro me olha assustado, começa a deixar o seu corpo ficar paralisado. O rapaz entre os panos se levanta, e tira os panos. É o meu rosto, mas agora não mais chorando, e sim aplaudindo. Ele sozinho ecoa a arena com suas palmas. O cavaleiro está irritado com as palmas, e meu lado silencioso, que caminhava devagar em direção ao cavaleiro, fica parado no meio das escadas da arquibancada. Como se dissesse, é sua chance, não desperdice.


Eu tiro a espada do meu peito, o sangue cai ainda mais, mas não vou deixar, seguro a espada com as duas mãos, jogo meu escudo de latão pra longe. É um último golpe, com todos os clichês de adeus. O cavaleiro tenta usar seu escudo feito de lágrimas, a espada o destrói, e a espada parte sua cabeça em dois. O sangue jorra no meu rosto, acho que finalmente acabou. Eu não sei exatamente como estou de pé. O jovem eu da arquibancada cheio de panos chora de alegria e aplaude com força, o meu lado silencioso vem em minha direção carregando algo. Eu caio no chão, como eu conseguiria fazer algo agora? "Você fez bem. Não sei o que aconteceria com todos nós se ele tivesse vencido." Ele me entrega um anel, e coloca nos meus dedos. Diz que ele é o lado dos sonhos, da criação, da invenção, ele é quem luta por mim nas horas em que eu preciso inventar. Diz que ele vai lutar por mim agora. É hora de um descanso. Reconheço o jovem da arquibancada, é o meu lado otimista. Meu lado pessimista, era o cavaleiro negro. E eu, era o real. Fecho os olhos, deixo que o ferimento me abrace. Não vai existir adeus enquanto tiver esses três caras lutando.

terça-feira, 14 de março de 2017

Incoerência

"Let's run away
Let's go and waste another year
Let's spin apart while racing through the atmosphere
We tumble through the night
We burn so bright
We're teenage satellites" (Blink 182 - Teenage Satellites)



Atualmente, tento escrever com um pouco de dificuldade. Antes as palavras dançavam em minhas mãos de forma tão natural, mas confundindo todos ao meu redor. E esse é uma boa noite pra ver até onde elas vão. Não vou dizer que eu sou a melhor pessoa do mundo. Nós todos sabemos que isso não é verdade. O sono bate na minha porta, eu não abro. O silêncio é minha companheira de dança esta noite, apesar de ouvir notas de guitarra nos meus fones de ouvido. Sigo em frente, escrevo palavras de novo e de novo em busca de uma nova redenção, como tenho feito nesses longos anos. É incrível que algumas coisas nunca mudam, não é mesmo? Me construí com emoções de vidro, e as quebrei de modo instantâneo. E por incrível que isso possa soar, isso não me assusta ou me incomoda.


Mas por que eu faria isso? Porque eu resolvi caminhar. Resolvi parar de ser a criança sentada sozinha no banco da praça com lágrimas no rosto, Eu acho que eu me cansei de chorar e resolvi fazer algo a respeito. Todos tem algo pra proteger. Mas ao mesmo tempo, de alguma forma, isso pode condenar outras coisas que as pessoas protegem. Mas, qual é o erro em ser, em proteger? Por que isso soa de alguma forma errado, quando suas atitudes são erradas mas tem um bom motivo? Como é o procedimento? Não tem. Não existe tal coisa como procedimento. Pois quem criou o termo "procedimento" foi algum humano, e isso só foi aceito porque um bando de gente aceitou essa ideia junto. Percebe a incoerência?


A incoerência é que definições e coisas do tipo é algo único e individual. Se eu quiser que a palavra "amor" seja a definição de ficar seis horas sentado assistindo um filme e comendo porcarias, esse vai ser meu amor. É o que eu acredito. É o que eu vou lutar pra acreditar. Não se deve, não se pode, não se aceita coisas de cabeça abaixada, lute por você mesmo. Você existe. Você não é intangível, você pensa, você tem fé, você tem sonhos e tem ideias. Acredite. Não é porque alguém acha que a faculdade é o inferno que pra você vai ser por causa das palavras dessa pessoa. Perceba você mesmo.


O que eu defino pra minha vida de agora em diante, é que liberdade não é apenas sair para o mundo, ou independência, ou até mesmo sentir o vento contra o seu rosto. Liberdade não é isso. Liberdade é dar valor de verdade pelos seus sacrifícios, conhecer a trilha que você deixou até agora. Você não é uma mentira. Esses anos provam isso. Sem mais ser quem eu não sou, hoje eu busco ser eu mesmo. Mas, eu ainda ando. Perdi tantas coisas na minha vida, que eu sei o valor da perda. Eu sei como é o sentimento vazio feito de coisas podres, como se tivesse algo que estivesse te corroendo por dentro. Eu já estive aí. Eu já caminhei nessas pedras. Eu sei como é.


Mas nem por isso eu coloquei uma bala na minha cabeça. Cogitei, não minto. Entretanto, eu percebi que eu não sou um soldado que prefere perder a guerra antes mesmo de ir pra linha de frente. Nunca fui dos soldados que sabem lutar, mas eu sempre fui daqueles que costumam curar os outros. Nem percebia minha feridas. E eu ainda estou aqui. Mesmo sendo eu, eu caminhei, percebi que uma bala é pequena perante a mim, percebi que acabar comigo é um teatro triste. E não quero que a palavra triste e teatro se associem. A tristeza é algo natural, é algo que é um fato. Mas isso não pode fazer com que suas lágrimas sejam mais que seu suor. Quando ficar mal, soque sua perna, grite, ande, corra, faça alguma coisa, só não deixe suas lágrimas serem as donas do seu mundo.


Fiz um post no ano passado, que eu dizia que eu iria pintar meu céu das cores que eu quisesse e que minha lua é feita de queijo, estou tentando. Minha lua ainda está na parte de transformação para queijo, e as cores ainda estão bagunçadas. Eu estou tentando. Espero que você que esteja lendo, esteja fazendo o mesmo, o mundo é feito pra você inventar. Não mate o seu mundo.

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