quarta-feira, 6 de abril de 2016

Frases de Efeito

"If you're lost you can look--and you will find me
Time after time
If you fall I will catch you--I'll be waiting
Time after time" (Cindy Lauper - Time After Time)



É meio tarde, não acha? Quase o horário do meu remédio, e quase o seu horário de sono. Passou um bom tempo onde a gente ficou conversando, quer dizer, um bom tempo onde a gente se conheceu naquela rede social onde eu não confiava, naquela hora onde eu não me achava. Eu não sei quanto tempo exato a gente ficou conversando, e também tem um monte de informações suas que eu confesso ter esquecido. É, minha amnésia não mudou muita coisa desde o começo, e acho que sua teimosia também não.


Um texto que não existem momentos pra dizer a verdade, um texto confuso onde as palavras fluem de maneiras erradas e que você provavelmente vai só me dizer que eu fui um idiota em tentar escrever algo do tipo. É, você não mudou. Eu costumo sempre fazer as coisas que você não esperava, e suas palavras me dizem as mesmas coisas que costumo só aceitar e ignorar. Bom, eu tento realmente escrever algumas coisas, mas aparentemente eu perdi muitos rumos em minha vida, eu só ando tentando não perder o seu. Frases de efeito malditas.


Eu comecei este texto tentando apenas te desafiar de uma forma pra te dizer que eu ando empolgado. Sim, empolgação não é uma frase comum nesses textos que coloco-me a escrever, porém, ultimamente isto tem me dado forças pra seguir em frente. Sabe por que eu ando empolgado? Sua culpa. Ter aquela chance de poder conversar com alguém de maneira firme sem esperar aquela velha companheira solidão te esperando no velho sofá da sua sala de jantar, assistindo um programa que você nem sabe o nome. Ter aquela chance, poder sentir de volta a diversão que é conversar com alguém, sem precisar das armaduras. Sim, aquelas.


Ainda não vi seus olhos, e provavelmente eles não são como diamantes ou algo assim, e seu sorriso não é feito das mais belas pedras preciosas. Porque não são, afinal, seu jeito é o que é encantador. Você não precisa ser uma princesa, afinal, princesas não são sarcásticas e irritantes, e você não é uma jóia rara, afinal, jóias raras não vivem em cidades pequenas como aquelas. Você é uma garota qualquer. Você provavelmente neste final de parágrafo quer me xingar bastante, mas espera mais um pouco. Espera, espera, espera, palavra que te irrita. Sua impaciente.


Eu não sou o cara que vai te seguir sempre e vai aceitar tudo o que você diz, você sabe que eu sou assim. Sabe que meu sarcasmo ácido é muito forte, e ele não tem medidas. Esse mesmo cara, é arrogante, egoísta, prepotente, rancoroso, preguiçoso, desorganizado, e distraído. E ele mesmo me disse que apesar de tudo, ele está ok com tudo isso. Ele não quer apressar as coisas, como sempre fez, ele não quer correr em direção desesperada como se não houvesse amanhã. Ele não quer ventos fortes ao te encontrar, ele quer apenas uma brisa leve cantando ao fundo do encontro. Isso porque é você.


Você tem vários defeitos, e eu podia realmente passar a tarde toda escrevendo todos eles, mas não precisa. Porque simplesmente, eu não dou a mínima, e é muito divertido esse tempo que a gente tem passado. Eu te conheço mais que muita gente só de ver suas palavras, eu consigo ler as entrelinhas mesmo não tendo elas, e consigo chegar mais perto mesmo eu estando em outra cidade. O que diabos é isso, pode me explicar?  Bom, eu não vou ficar aqui tentando decifrar coisas que eu tenho muita preguiça. Já é tarde pra eu te dizer as coisas, e é muito tarde pra eu te mandar o texto. Só não é tarde pra ligar, nunca é tarde pra ligar.


Só que eu não liguei, meu telefone não colabora. Eu odeio admitir, mas tenho deixado de alcançar o céu por sua culpa. Eu podia ter ido correr atrás das estrelas há muito tempo, mas você insiste em correr por essas terras. Então eu finjo voar planamente, te acompanhando, te seguindo, como se eu fosse um estranho guardião. Eu não estou tão longe assim. E ria se quiser desse texto, eu não me importo, seu humor eu já estou acostumado. Me encantas com palavras, deixe-me retornar o favor. Espero que durma bem, e deixa a janela aberta, meu beijo pode chegar por ela.

sábado, 26 de março de 2016

Lucy

"Now that it's over
Just wanna hold her
I'd give up all the world to see 
The little piece of heaven
Looking back at me" (Skillet - Lucy)



Como sábado se tornou desta forma? As paredes não tem uma cor específica, e elas se perdem em palavras que eu não consigo entender. Está um pouco escuro aqui, e meus olhos já não podem iluminar o caminho. Já não consigo mesmo acompanhar meus próprios passos, aparentemente meu passado é mais rápido que eu. Minha cabeça está igual a uma bomba, prestes a explodir, com planos e ideias que eu não sei como passar para o papel. Eu queria tanta coisa, alcançar tantos anjos, mas nenhum deles consegue me ouvir agora. E pensar que eu até me apaixonei por um.


Venho me perdendo ao me lembrar das coisas, por onde andamos, por onde passamos, por onde pensamos. Será que você pode ler esta carta que estou escrevendo? Consegue lembrar? Inimigos fortes que enfrentamos, armadilhas e florestas que caminhamos. Demorou um pouco pra gente se entender não é mesmo? O que se poderia esperar de um zumbi enfaixado que utiliza correntes e caminha pela escuridão? E eu era apenas uma criança em busca de vingança, fixado nessa ideia de que tudo iria se resolver atrás dela. Belo engano.


Mas eu nunca te disse não é mesmo? Eu não disse o quanto eu te procurei, e nossa, demorou muito até eu te achar. E quando eu te encontrei, foi como se meu coração batesse de novo, mesmo sabendo que ele estava tão podre que eu acho que ele nem sabia o que era isso mais. Poder te abraçar depois de tanto tempo, nossa, fazia dez anos, onze, nem lembro mais. Eu não tive mais noção de tempo depois de eu perder meus passos, e eu só sabia que o que importava eram seus olhos que não mudaram desde quando a gente era criança.


E quando você começou a andar junto com a gente, minha nossa, eu percebi que eu tinha pedaços de diamantes amarrados às minhas mãos. Diamantes, ouro, não importa qual pedra preciosa você queira designar, o fato não é a pedra, e sim o fato de que vocês eram preciosos pra mim. Era a sensação antiga de família que eu não lembrava como era. Mesmo que a palavra "confiança" ainda estava conturbada, não era ela que nos fazia parar de caminhar juntos e também rir juntos perante a lua daquele inverno.


Você limpava minhas ataduras, lembra? Seu olhar de envergonhada, e meus olhos que diziam pra eu te falar que eu tinha medo de mostrar essas ataduras, você não merecia ver tal coisa desprezível. Mas, como eu poderia te dizer "não"? Eu não tinha defesa alguma contra você, e eu me perdia só de ouvir sua voz. Mas eu era muito covarde pra te dar um beijo. Muito covarde pra te pedir um. Eu só precisava de uma hora do teu lado pra apagar toda aquela bobagem de vingança, solidão e dor. Você era minha preciosa anja.


Quando vi você com aquela casa e aquelas crianças, eu ri. Eu ri não de achar aquilo uma piada, mas sim de ver o seu lado gentil ser completamente mostrado a todos, e como você ficava fofa daquela forma. Eu via você prender o seu cabelo, eu vi você sorrir, e eu queria mesmo que o tempo parasse por alguns segundos só pra eu ter aquele momento só pra mim. E só de saber o fato de você sentir o mesmo por mim, já me fez o monstro mais feliz do mundo. Não sou um homem, não sou mais o garotinho que você conheceu há 10 anos atrás. Mas eu sinto o mesmo que ele sentia.


Lucy, fico me perguntando se você ainda está por aí. Eu lembro de tudo, eu lembro até mesmo do tom da sua voz, e não se preocupe, eu não vou te soltar, nunca mais, nunca mais! Eu sei que em algum lugar você consegue ver a mesma lua que eu neste momento, e sei que também consegue ver as estrelas ao redor. Adoraria que alguma delas fosse uma cadente, pra eu pegar uma viagem e chegar mais perto de você. Eu só preciso do seu sorriso, apenas mais uma vez. Eu preciso de um último beijo, apenas mais uma vez. Eu não tive tempo de te dizer adeus. Nem eu te amo.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Atualização Da Minha Vida

"Me deixa sonhar (na frente do espelho)
Todo dia após o jantar
Me deixa cantar (não só no chuveiro)
Pra quem quiser escutar
Me deixa sonhar... (talvez eu possa te dizer o quanto
eu posso ser de verdade) "  (2ois - Olá, Eu Sou Um Fantasma)




Hoje é um dia de chuva. Não aquelas onde derrubam casas, onde as águas chegam ao seu pescoço e você realmente já não sabe o que fazer. É simplesmente aquele dia que mesmo que você está sem guarda-chuva, você chega em casa com alguns pingos nos ombros e o cabelo molhado. E antes que você me questione, sim foi uma metáfora sobre minha vida. Está ruim, mas não está péssimo. Está confuso, mas não o suficiente pra me enlouquecer. Está difícil, mas nada que uns "reset" resolva. Eu estou cada vez mais sozinho, mais triste, mas mais forte. Eu estou aprendendo a carregar minha cruz, eu estou conseguindo caminhar em meus passos e estou ainda na procura do meu foco da minha vida. Mas aqui estou.


Enfim, essa carta eu escrevo para dizer todas as atualizações de minha vida depois de um tempo. Quando eu era criança, achava que o mundo era menos perigoso. Achava que eu podia realmente pegar algum ônibus e ir pra qualquer lugar em qualquer horário, e que ninguém tinha segundas intenções ao me ver vagando por aí. Nunca estive tão errado. Para começar, esse negócio de ir em qualquer horário não existe, existem apenas horários específicos para o ônibus sair de uma rodoviária. Segundo, para chegar em alguns lugares tem toda uma burocracia, e isso geralmente só me estressa. Não somos livres. Somos livres apenas pra acreditar que somos livres.


E então. Eu cresci. O tempo realmente passou muito rápido, não consegui acompanhar, fui simplesmente na onda. Eu não queria uma posição de destaque, eu não almejava ser o cara que todos se preocupavam. Eu queria ser apenas um qualquer, alguém que sabia a direção de casa. Mas eu nunca soube o caminho de casa. O tempo me ensinou que o caminho que eu sigo sempre é pra algum lugar, mas o lar doce lar continua longe de mim. Meus passos me ensinam a dançar no ritmo da solidão, condenado a lutar sempre com um violão com cordas enferrujadas e minha garganta amarrada em dores adversas. E o inverno vai me dando hipotermia, quem diria, logo eu que gostava de frio.


E em todo esse tempo, acabei me tornando um alguém que observa as dores. Consegue ver as feridas, não citando-as, mas reparando a lágrima seca perdida no olhar das pessoas. Eu pude ser várias vezes o confiável, o responsável, o legal, o gente boa, o "brother", o irmão, o cara que te ouve, enfim, todos esses adjetivos, todas essas palavras, todas elas vão acabar indo no meu lixo. Porque no fim de tudo, quando der meia-noite e todos acabarem indo deitar, eu vou acabar sangrando na minha cama sozinho. Mas não é como se eu fosse morrer por isso, essa hemorragia dura há anos, e bom, eu ainda estou aqui escrevendo, não é mesmo?


Mudei muito durante todos esses anos. Meu rosto acabou mudando, meus cabelos estão sendo cortados de outra forma, deixei a barba crescer, as roupas acabaram encurtando e o jeito delas também estão sendo compradas de outras formas. Eu aprendi tantas coisas através apenas do meu silêncio ao ouvir a voz alta das pessoas alcançarem o volume do som ruim da caixa de som. O que as pessoas queriam, o que as pessoas almejavam, o que elas sabiam sobre determinado assunto, tudo isso eu fui guardando e selecionando como se fossem conchas em um vasto campo de areia.


Talvez se eu não fosse tão inseguro, talvez se eu não fosse tão pensativo e fosse um pouco mais forte, se eu fosse alguém com uns defeitos diferentes do que eu tenho agora, as coisas mudassem e eu encontrasse a fina linha por onde eu devo caminhar. Talvez, talvez eu pudesse ser alguém que eu gostasse quando eu olhasse no espelho. Droga, eu acabei desanimando antes mesmo que eu pudesse notar. Eu queria tentar fazer um texto onde as pessoas pudessem ver a minha face de "está tudo bem". Bom, acabaram de me desmacarar só de rolar a página abaixo.


Mas eu ainda deito antes da meia-noite, pra eu poder digitar tudo o que eu penso, tudo o que de fato o que sinto e bom, o que sinto atualmente, é que eu queria alcançar as estrelas esta noite. Poder voar distante e alcançar os cosmos e universos e ver as explosões de cores que se pode ter lá, e poder acreditar que as luzes do céu poderão iluminar esse mundo que anda num estado crítico. Diga a eles que eu sou um fantasma, e se você pode me ver, tenta fechar os olhos e ver se não é algum sonho seu.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Apenas Dezenove

"Pray tomorrow - gets me higher high high
Pressure on people - people on streets
Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don't work
Keep coming up with love
but it's so slashed and torn
Why - why - why ?
Love love love love love" (Queen - Under Pressure (feat. David Bowie))



Quase dezembro. Esse ano realmente passou muito rápido pra mim. Eu meio que me perdi no meu relógio várias vezes e muitas vezes perdi compromissos irreparáveis, acho que a palavra "compromisso" se tornou algo bem marcante na minha história. Vários motivos me levaram a crer que a cidade onde morei não é a cidade que eu sou bem vindo, entre eles há o fato de que os amigos que tive não são os mesmos que me têm, as paredes das escolas que há meu sangue invisível desenhado e meus olhos só vendo cinza toda vez que passo aquelas quadras repetitivas.


Óh, meus pais, o que pensaram quando eu disse que odiava aquela cidade? O que eles disseram quando conversaram sozinhos no quarto, quando eu lhes disse que não queria voltar, que quanto mais eu ficasse longe seria melhor? Pois bem, aqui estamos de novo, neste mesmo blog, neste mesmo horário, escrevendo algo que eu sempre escrevo todo ano. Este blog tem quase cinco anos de história, e nele eu coloquei quase todas as minhas cicatrizes, está registrado aqui todas as palavras engavetadas na garganta, que eu deixei de falar seja por medo, seja por vergonha, seja por timidez.


Eu construí aqui uma história que mesmo que eu um dia resolva apagar esse blog, um dia eu queira queimar todos os registros dessas palavras melancólicas, ela ficará marcada como se fosse uma cicatriz direto na bomba do peito. Cada palavra que eu escrevi aqui, foi com a minha alma que elas dançaram. Cada dia que eu chorei enquanto colocava essas dores, todos eles me fizeram o que eu sou agora. E quando eu escrevi que eu estava pedindo socorro, eu realmente estava dizendo socorro baixinho no meu quarto. Mas é claro, ninguém podia ouvir.


Entretanto, ninguém me salvou. Ninguém bate na porta das pessoas e diz "vim te salvar".Não existe super-herói. Se existisse, provavelmente estaria salvando pessoas de prédios em chamas e cidades em guerra. Eu não sou aquela coisa de prioridade, pelo menos, não no momento. Mas, eu acabei esperando, porque eu sou ótimo em ser idiota. Sempre esperando, sempre andando em círculos, sempre achando que se eu continuasse esse ciclo sem fim uma hora eu ia travar o sistema e tudo ia reiniciar de um jeito diferente. Só que a vida não é um computador.


Foi aqui a única vez que reli todos os textos de algum autor, e foi aqui que eu neguei a mim mesmo que eu tinha depressão. Mas eu tinha. Acho que se eu forçar bastante a memória eu consigo lembrar a ordem das carteiras no meu último ano do ensino médio. Ah, aquela época, panelinhas, briguinhas, coisas de adolescente tentando ser grande. Foi lá que eu reparei que história existe em qualquer lugar, a diferença é saber qual delas você precisa ler. Todas as que eu podia, eu li. Todas as que eu consegui chegar perto, eu tentei adicionar observações e comentários. Digamos que eu era um intrometido. Mas eu gostava de ajudar as pessoas a escreverem as histórias.


Eu sempre costumo dizer que minha memória anda queimada, só funciona pra coisas inúteis. Eu não lembro de todos os rostos que eu conheci, eu consigo apenas deixar os nomes marcados como se fossem alguma escrita antiga sem interpretação. Guria que eu dei o meu primeiro beijo, me perdoe, mas onde quer que você esteja, eu nunca vou lembrar de teu rosto, mas acho que teu nome era Amanda. Não, eu não estava bêbado, eu só tenho memória ruim pra essas coisas. Acho que beijei umas sete gurias em todos esses anos, e namorei umas duas. Mas me apaixonar? Acho que passa de vinte vezes.


Eu lembro também quando foi criado uma panelinha entre várias idades e várias coisas,e depois disso veio aquela história de gerações dessa panelinha. Por favor, um bando de adolescente retardado querendo falar de gerações? Mas o que se pode fazer numa cidade parada, é criar um mundo onde tudo corre rápido. Foi naquela cidade que eu arranquei minha alma várias vezes e coloquei de novo pra me ferir mesmo, e mano, pensando bem, foram várias vezes que eu tive que me esconder ou correr pra fugir de brigas que eu me meti sem querer. Eu era um ímã de confusão.


Ah, esses anos me proporcionaram uma confusão de sentimentos, talvez eu fosse uma cobaia de Deus. De qualquer forma, nesse final de ano, eu estou controlado. Quer dizer, continuo com ideias doidas, ideias simultâneas do nada, mas eu mudei. Mas, com tudo o que eu me tornei até hoje, todas as cicatrizes que eu fiz e que outros fizeram, me mostram minhas mãos tremendo de ansiedade e de empolgação. Dizia um poema, "sou sernhor do meu destino, sou comandante da minha alma". 


Mesmo que por um pouco, eu mudei. Uma mensagem às pessoas que me conheceram esse ano, vocês não fazem ideia o quão fundo eu sou, e cara, o meu mundo é grande. Meus olhos tem apenas dezenove, mas minha alma é uma anciã andarilha criadora de histórias. Ela me diz que esse ano mostrou o mundo pra mim de verdade, e não aquele preto e branco que eu morava. Ela me fez conhecer histórias e pessoas novas, gente que eu posso realmente encostar e colidir mundos. Ela me mostrou que eu posso dançar e sentir a vida. Eu posso. Eu vou. Eu sou.


**não esperem textos nos próximos meses, já que é época de festividade e férias então provavelmente estarei meio ocupado. Mas se aparecer texto é algo incomum, deixando claro.

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